"O empenho em anunciar o Evangelho aos homens do nosso tempo, animados pela esperança mas ao mesmo tempo torturados muitas vezes pelo medo e pela angústia, é sem dúvida alguma um serviço prestado à comunidade dos cristãos, bem como a toda a humanidade." (EN, 1)

19 de jan de 2011

Vamos recomeçar?



Nós sempre podemos recomeçar, porque em Jesus temos sempre essa oportunidade; e o dia é hoje. Não importam os erros e os desencontros da nossa vida até este instante se tomamos a firme decisão de mudar a rota da nossa vida e voltarmos para o Senhor, pois Ele perdoa as nossas faltas e a “Sua bondade nos responde com prodígios” (cf. Salmo 64,6).

Onde estamos? Por onde temos andado?

Jesus bate insistentemente à porta do nosso coração porque quer nos conduzir pelo caminho seguro. Cabe-nos abri-la ou não.

Senhor, nós queremos a partir de hoje caminhar Contigo ao longo de todos os dias de nossa vida.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago
Comunidade Canção Nova

Ministros da música


Certo dia, um amigo, que gostava muito de música e frequentava a paróquia e o grupo de oração, perguntou-me: "O que é necessário para entrar no ministério de música?". Apesar da pouca experiência como ministro de música, a resposta me veio logo à boca. "É preciso ter dois ouvidos: um para a música e outro para Deus".

Muitas pessoas se admiram com o ministério de música por alguns motivos, tais como: o poder que a música tem de envolver os nossos sentimentos e prender a nossa atenção; a beleza dos cânticos e instrumentos; o estar "à frente" diante do grupo de oração; entre outros. E muitas dessas pessoas desejam também fazer parte desse ministério.

O primeiro passo a dar é saber se tenho o "dom". Pessoas já nascem com ele e durante a vida o aperfeiçoam, principalmente no que diz respeito ao cantar. É importante verificar se tenho noções de ritmo, melodia, afinação, tanto para cantar quanto para tocar. Nesse caso chamo essas características de ter ouvido para a música.

Como é precioso, e até mesmo necessário, entrarmos numa escola e poder estudar música, aprender e aperfeiçoar o instrumento, conhecer e aplicar técnicas vocais, entre outros. Se você tem condições de fazer aula, não perca tempo, invista nisso. Devemos dar o melhor para Deus. Pratique muito, ensaie, amplie o seu repertório, aprenda novas canções, enfim, invista no dom. O dom de Deus cresce em nós à medida que o praticamos.

Até aqui, demos um passo por meio do qual descobrimos que somos músicos. No entanto, para sermos ministros de música precisamos ter ouvido para Deus. Assim como o nosso ouvido precisa estar afinado para a música, como servos de Deus, ele também precisa estar afinado para a voz do Senhor. Servimos ao Rei dos reis, por isso, precisamos escutar o que Ele tem para nos dizer, Suas ordens, Seus desígnios e desejos.

Com ter um ouvido para Deus e aperfeiçoá-lo? Por meio da oração. Somente com uma contínua e crescente vida de oração, somos capazes de nos tornar íntimos do Senhor, escutar a Sua voz e permitir que Ele nos use de acordo com Sua vontade. Por isso, ao passo que você estuda a música, tenha uma vida de oração.

De músicos o nosso mundo está cheio, homens e mulheres de vozes belíssimas que nos encantam com suas canções, que causam nossa admiração com seu instrumento, mas não preenchem nosso coração, pois essa ação somente Deus pode realizar.

A natureza nos deu dois ouvidos, que seja um para a música e outro para Deus. Esse é o ministro de música!

Deus abençoe,

"Tamo junto!"

Emanuel Stênio
http://blog.cancaonova.com/emanuel/

15 de jan de 2011

Grupo de Oração, eu participo!!!

É uma reunião de cristãos para louvar e bendizer a Deus, levando os participantes a uma experiência pessoal com o Deus vivo. A oração é o principal carisma nessas reuniões e acontecem de diferentes formas, tais como: louvor, reconhecimento das graças recebidas de Deus, oração contemplativa, oração em línguas, petição de graças e curas.
 
E qual o seu objetivo?
 
O objetivo é levar cada participante a experimentar o pentecostes pessoal. Crescer e chegar à maturidade da vida cristã, plena no Espírito, segundo os desejos de Jesus.

"Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10,10)."
 
A Palavra de Deus é proclamada com o objetivo de exortar, corrigir e instruir, fazendo o amor de Deus conhecido.

A música é normalmente animada e expressada através de gestos que levam, melhor, a louvar a Deus.

27 de dez de 2010

O processo de iniciação na RCC


O que é Processo de Iniciação? Podemos definir o Processo de Iniciação Cristã como sendo um processo de adesão e inserção na fé, um processo gradual e constante de plena inclusão na comunidade eclesial, numa determinada espiritualidade (método de vida cristã-eclesial, modo próprio de viver a fé cristã, expressão de ser Igreja), que no nosso caso como Renovação Carismática Católica (Movimento Eclesial) é a impregnada vivência e semeadura da Cultura de Pentecostes com todas as suas conseqüências.

Esse processo é importantíssimo e insubstituível na vida de todos os cristãos. Trata-se de uma etapa forte de descobertas (novidades, desafios, encantamento, necessidade de renúncias) e/ou de redescobertas (coisas vividas, atitudes, momentos passados, qualidades esquecidas, intervenções divinas, etc). Estas (re)descobertas se dão em três níveis distintos e ao mesmo tempo indivisíveis: a (re)descoberta de Deus; de si mesmo; de si mesmo com relação aos outros.

Dentro desta iniciação cristã passamos pela sempre incrível experiência da (re)descoberta de um Deus que acima de tudo NOS AMA INCONDICIONALMENTE. Descobrimos que ELE É O DEUS-CONOSCO SALVADOR que nos arrancou do reino das trevas, reconhecemos que ELE PRECISA SER O SENHOR ABSOLUTO de nossas vidas, e que, portanto, seduzidos por Ele e “constrangidos” pelo seu Amor, só nos resta MUDAR DE VIDA e deixarmo-nos preencher pela PESSOA DOM – O ESPÍRITO SANTO, que por sua vez sempre nos impele a vivermos em COMUNIDADE (Igreja, Grupo de Oração, RCC, relacionamentos de irmãos em Cristo).

Nesse processo de iniciação passamos, geralmente, por duas grandes fases teologicamente denominadasmysterium tremendum (mistério do Tremendo) e mysterium fashinosum (mistério de fascínio). Inicialmente, diante do Deus Tremendo somos “repelidos” devido a sua santidade que nos constrange diante da nossa miséria, um Deus cuja santidade nos denuncia e mostra a Sua infinitude em detrimento de nossa finitude. Mas logo o Amor deste mesmo Deus Tremendo nos atrai, nos seduz e nos tornamos fascinados por Ele que passa a dar um novo sentido às nossas vidas, como Senhor e Rei Absoluto. Vemos estas duas fases no glorioso encontro de Moisés com o EU SOU AQUELE QUE SOU, na Sarça Ardente – “E Deus: ‘Não te aproximes daqui. Tira as sandálias dos teus pés, porque o lugar em que te encontras é uma terra santa. Eu sou, ajuntou ele, o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’. Moisés escondeu o rosto, e não ousava olhar para Deus.” (Ex. 3,5-6). ’Vou me aproximar, disse ele consigo, para contemplar esse extraordinário espetáculo, e saber porque a sarça não se consome.’ Vendo o Senhor que ele se aproximou para ver, chamou-o do meio da sarça: ‘Moisés, Moisés!’ ‘Eis-me aqui!’ respondeu ele. (Ex. 3,3-4).

            O Processo de Iniciação Cristã, fundamental para todo aquele que entra no seguimento do Senhor, trás à tona emoções, sentimentos, inclinações, fraquezas para purificá-los e equilibrá-los. É um tempo forte de reconhecimento da própria natureza, defeitos, talentos, habilidades. É evidente que estas descobertas se dão durante toda a nossa vida, mas o momento do 1º encontro com a Pessoa de Jesus é o ápice desse ressurgimento do homem novo. O Processo de Iniciação nos leva a um “romantismo” (enamorar-se de Jesus), leva-nos a um 1º amor que deve perdurar por toda a nossa vida, que deve nos preparar para os tempos do possível deserto que virão mais tarde.

Por fim, o correto processo de iniciação se afigura como um divisor de águas, uma vez que exige de nós uma decisão firme, radical, sincera e constante. É o que nos ensina, por exemplo, o episódio evangélico do jovem rico (cf. Marcos 10, 20-22). Uma vez que encontrou o Mestre, escutou sua Palavra, sentiu-se amado e atraído por Ele, foi-lhe requerida uma renúncia, um rompimento com o que tomava o lugar do único e verdadeiro Senhor em sua vida.

Daí depreende-se que quando se suprime este processo de iniciação, fica então um vazio, um prejuízo incalculável na vida do cristão, pois que não vive uma espiritualidade consciente e condizente com todas as suas riquezas e conseqüências (espiritualidade imatura, inconsistente); não se sente parte importante da Renovação Carismática Católica – comunidade eclesial – e por isso não a ama como deveria, ou não se compromete a ponto de dar a vida por ela, na pessoa dos irmãos; não tem a experiência do encontro com Jesus, do encantamento, do “encostar na parede” para renunciar à vida velha; logo, o processo contínuo de conversão fica parado. Daí pode-se compreender a diferença entre “carismáticos afetivos” (envolvidos com a obra) e “carismáticos efetivos” (comprometidos – que dão a vida pela obra).

O prejuízo é para aqueles que não tiverem uma correta iniciação, mas também para todo o Movimento Eclesial, na medida em que estes irmãos por vezes tornam-se, mais tarde, líderes da RCC sem terem sido corretamente alicerçados, acompanhados, liderados, pastoreados, formados. Correm o grave risco de caminharem como alienados na fé, como carismáticos pueris arrastando a muitos por estes caminhos que não são objetivo da RCC.

Neste sentido, o Doc. Aparecida n.º 289 nos ensina: Sentimos a urgência de desenvolver em nossas comunidades um processo de iniciação na vida cristã que comece pelo kerygma que guiado pela Palavra de Deus, que conduza a um encontro pessoal, cada vez maior, com Jesus Cristo, perfeito Deus e perfeito homem, experimentado como plenitude da humanidade e que leve à conversão, ao seguimento em uma comunidade eclesial e a um amadurecimento de fé na prática dos sacramentos, do serviço e da missão.”

 Daí a necessidade da estrita observância de um processo de iniciação mais “padronizado”, austero e acatado na RCC. Assim, propomos que se resgate aquela seqüência lógica e desde há muito ensinada por nossos pais na fé, enquanto RCC: 1º) Seminário de Vida no Espírito Santo (nove semanas)/ 2º) Experiência de Oração (retiro de final de semana)/ 3º) Seminário de Batismo no Espírito Santo (nove semanas)/ 4º) Seminário de Dons ou Encontro de Dons e Carismas/ 5º) Encontro de Cura Interior. Alicerçada esta iniciação, cabe à liderança, aos pastores da RCC, fomentar a continuidade do processo de crescimento dos irmãos, inserindo-os no Módulo Básico de Formação EPA e assim por diante. Após terem recebido o kerygma, agora estão aptos a receberem a catequese, pois assim nos ensina a Igreja, Mãe e Mestra.

Deus cuida de nós: “Pois eis o que diz o Senhor Javé: vou tomar eu próprio o cuidado com minhas ovelhas, velarei sobre elas. Como o pastor se inquieta por causa de seu rebanho, quando se acha no meio de suas ovelhas tresmalhadas, assim me inquietarei por causa do meu; eu o reconduzirei de todos os lugares por onde tinha sido disperso num dia de nuvens e de trevas. Eu as recolherei dentre os povos e as reunirei de diversos países, para reconduzi-las ao seu próprio solo e fazê-las pastar nos montes de Israel, nos vales e nos lugares habitados da região. Eu as apascentarei em boas pastagens, elas serão levadas a gordos campos sobre as montanhas de Israel; elas repousarão sobre as verdes relvas, terão sobre os montes de Israel abundantes pastagens. Sou eu que apascentarei minhas ovelhas, sou eu que as farei repousar - oráculo do Senhor Javé.” (Ez. 34, 11-15)  

Vinícius Rodrigues Simões
Coord. Estadual Ministério de Formação – RCC/RJ

30 de nov de 2010

I Kairós: "O amor de Deus passa pelas familias".


No dia 28 de novembro a comunidade do Grupo de Oração Jesus e Maria e do Grupo de Oração Jovem promoveram com o apoio do Grupo de Oração do Jardim São Matheus o seu I Kairós que teve como tema "O amor de Deus passa pelas familias".

Os pregadores e o Ministério de Musicas foram enviados pela comunidade da vizinha cidade de Bastos.



O Ministério Jovem com muito carinho decorou o salão de palestras.


Iniciando o Kairós um grande louvor a Deus conduzido Ministério de Musica Bastense.


Cássia em sua primeira pregação nos falando do amor de Deus.


Mais uma vez louvando e agradecendo a Deus por nós e por nossas familias.


Ministério de Musicas da cidade de Bastos conduziu o dia de louvor com grande unção levando a todos os participantes a momentos de intimidade com o Senhor


Miguel conduzindo a sua pregação, testemunhando o grande amor que Deus tem por cada um de nós e tudo o que tem feito por ele e sua familia.


Na capela, os servos do Grupo de Oração Jovem e do Grupo de Oração Jesus e Maria durante todo o evento se revezaram diante do Santíssimo Sacramento em intercessão por todos do evento, por suas familias e nossa comunidade.


Maria Luisa, filha do casal Tico e Nilva, participou do evento, brincou bastante e alegrou a todos com a sua presença carismática infantil.


Clodoaldo, membro do nucleo do Grupo de Oração Jesus e Maria e Daniele, coordenadora do Grupo de Oração Jovem brincando com as crianças.


Hora do almoço, que foi preparado pelos servos do Grupo de Oração Jesus e Maria.


Miguel conduzindo a pregação sobre Nossa Senhora das Graças


O Cônego Valdemiro celebrou a Santa Missa as 16:00 horas, encerrando assim o nosso I Kairós.

Pedimos Deus a graça de dar a nós a oportunidade de no ano de 2011 estarmos vivendo mais dias como esse,  cantando e louvando, partilhando a vida em comunidade.